9 itens para analisar na hora de fazer a contratação de um plano de saúde

Plano de saúde não é tudo igual, por isso, contratar o plano de saúde requer cuidados. Um bom plano é aquele que possui as coberturas que você precisa e que também conta com a autorização da Agência Nacional de Saúde.

Quando se fala em contratação de um plano de saúde, todas as possibilidades devem ser analisadas com muito cuidado.

9 itens para analisar na hora de fazer a contratação de um plano de saúde

O primeiro item a ser analisado é a reputação dessa empresa ou cooperativa na Agência Nacional de Saúde. Mas, existem outros cuidados a serem tomados!

1 – Coberturas do plano

Os planos de saúde devem oferecer alguns procedimentos mínimos aos seus beneficiários, que variam por segmentação do plano, mas ficam listadas no Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde da Agência Nacional de Saúde.

Sempre observe se o que a ANS determina aparece no seu acordo de contratação.

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2 – Autorização de comercialização do plano

Para que um plano de saúde seja considerado bom, é preciso que ele cumpra todos os requisitos estabelecidos pela ANS.

Então, você deve verificar se a operadora tem autorização para atuar e se o plano têm autorização para ser comercializado.

3 – Avaliação da operadora

As operadoras recebem pontos conforme o seu desempenho, que podem ser atribuídas por clientes ou pela ANS.

A Agência verifica critérios técnicos e confere uma nota. Quanto maior for essa nota, melhor classificada estará a operadora no site da ANS.

4 – A rede credenciada

A rede credenciada nada mais é do que a lista de locais de atendimento pelo plano hospitais, clínicas, locais para exames e a quantidade de profissionais que atende pelo plano.

5 – Proposta de adesão

Um bom plano de saúde é aquele que te entrega por escrito tudo o que lhe foi prometido. Tudo deve ser especificado em contrato.

6 – Custos para a família

Se o objetivo for contratar um bom plano de saúde para a família, pesquise entre as operadoras que oferecem coberturas familiares.

7 – Reajuste do plano

O custo do plano de saúde é um dos principais fatores a ser considerado na hora de contratar uma assistência. Afinal, os valores influenciarão diretamente a vida financeira da sua família.

Vale a pena pesquisar bastante entre as operadoras, pois os custos dos planos variam muito entre as empresas.

De acordo com a Agência Nacional de Saúde, existem 6 faixas de reajuste: até os 18 anos, de 19 a 33, de 34 a 43, de 44 a 53, de 54 a 59 anos e acima de 60 anos.

8 – Modalidade de pagamento

Para quem usa um plano de saúde poucas vezes por ano, o mais indicado é ter um plano coparticipativo, pois ele possui uma mensalidade menor. Quando algum procedimento é utilizado, é cobrada uma taxa de participação.

Ao final, você consegue uma certa economia, já que o custo mensal é menor.

Já quem usa bastante muito o seu plano pode se beneficiar um pouco mais de um plano sem coparticipação.

Nesse caso, o valor da mensalidade é fixo e, apesar de ser um pouco maior, ela não recebe nenhum acréscimo quando o paciente utiliza a assistência.

9 – Carência do plano

carência de um plano de saúde é o intervalo entre a contratação da assistência e a data em que é possível começar a utilizá-la.

Esse intervalo é autorizado pela ANS, e varia conforme o procedimento. Para consultas é de 30 dias, para cirurgia, 180 dias.

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