Conheça 9 profissões que costumam não ser aceitas no seguro de vida

O Estado de Saúde das pessoas é um dos detalhes analisados pelas seguradoras na hora de oferecer um seguro de vida. Assim sendo, isso pode alterar e muito o valor da apólice, das parcelas e do custo final do produto.

Mas, pouca gente sabe que muitas seguradoras acabam não aprovando alguns clientes devido às suas profissões, que são consideradas arriscadas demais. E isso pode representar perdas e prejuízos para a seguradora – aí, ela se recusa a fazer o plano de seguro.

Conheça 9 profissões que costumam não ser aceitas no seguro de vida

Abaixo, a gente vai falar um pouco mais sobre como essa questão do Estado de Saúde interfere no custo da apólice do seguro e quais as profissões que costumam ter problemas na hora de contratar um seguro de vida individual ou familiar.

O Estado de Saúde

O estado de saúde é usado para calcular o valor do seguro de vida de algum interessado. E isso quer dizer que quanto mais riscos ele representa para a seguradora, maior o valor que ele terá que pagar por mês para ter um valor determinado de cobertura.

Aliás, em alguns casos apenas a cobertura básica, para casos de morte, é aceita. E não se pode incluir coberturas complementares, como para indenizações em casos de doenças ou invalidez.

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Por isso, o fato é que todo cliente ou interessado em contratar um seguro de vida vai passar pelo que é chamado de questionário de avaliação. Assim sendo é possível que ele passa por perguntas pessoais e profissionais.

Entre elas, temos: sobre a pratica de atividades físicas radicais, atividades profissionais, doenças antigas ou tratadas, casos de doenças na família, realização de cirurgias, uso de medicamentos constantes, recebimento de indenizações, uso de cigarros, etc.

Fica evidente justamente que quanto maior o risco para a seguradora, pior para o cliente, que vai ter parcelas maiores e coberturas menores. Mas, ainda tem a questão da profissão.

A profissão do interessado

A profissão do interessado também vai influenciar no seu pedido de um seguro de vida. Isso porque ele poderá ser mais caro ou, até mesmo, ser recusado pela seguradora, que pode julgar a profissão como “arriscada demais”.

Entre as profissões que mais recebem recusa das seguradoras temos a de garimpeiro. Depois, vem a de entregadores de modo geral, como motoboy, motoqueiro, motorista de transporte de cargas, etc.

E ainda temos a de agente penitenciário, mergulhador, instrutor de menores infratores, piloto automobilístico, pintor de edifícios, trabalhador de plataformas de petróleo e até mesmo os aposentados por invalidez.

O custo final do seguro

Como mencionamos em toda parte do texto, a profissão não é o único item que é importante para análise do custo de um seguro de vida. Ele é apenas um, entre tantos. Assim sendo, podemos concluir que o custo final se dá pela somatória dos riscos e dos custos administrativos da seguradora.

Vale ressaltar ainda que qualquer emissão de informação ou mentiras pode resultar na perda do seguro, inclusive, sem direito a indenizações pelo que foi pago. Por isso, é preciso muita atenção na hora de contratar um seguro de vida.

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