Proteste garante que seguro residencial pode sair de graça – descubra como!

A Proteste é um órgão que vai em defesa dos direitos dos consumidores e recentemente publicou uma notícia afirmando que a contratação do seguro residencial, em diversas seguradoras, pode sair “praticamente” de graça.

Descubra como a instituição chegou nessa conclusão e saiba o que é preciso para contratar o seguro para casas ou apartamentos de forma a valer a pena para que ele saia de graça, conforme as suas próprias necessidades.

Proteste garante que seguro residencial pode sair de graça – descubra como!

Considere importante que é preciso fazer cálculos antes de sair assinando qualquer contrato de seguro residencial para saber se ele realmente vale a pena. A explicação da Proteste, como será mostrada, deve-se ao fato de usar as assistências que os planos oferecem. Confira.

O seguro residencial

Hoje em dia, o seguro residencial é um dos que mais ganham a atenção dos consumidores porque são focados em casas e apartamentos e garantem aos donos dos imóveis noites mais tranquilas de sono devido aos serviços que oferece.

Por exemplo, dá para ficar despreocupado com o custo dos eletrônicos em casos de panes elétricas no prédio, se você tiver isso contratado. Assim como roubos e furtos, que tem limites. E até os planos mais básicos cobrem casos de incêndios, raios e explosões.

Especificamente sobre as coberturas adicionais, há de se considerar até mesmo a instalação de varal, consertos de máquina de lavar, reparos hidráulicos, entre outros, como o desentupimento de pias.

A explicação da Proteste

A explicação da Proteste é mostrada em exemplo. Uma pessoa que contrata um seguro residencial de R$ 300 anuais em 10 pagamentos de R$ 30 pode ter coberturas básicas e complementares, sendo que tem a disposição um pacote de serviços.

Esse pacote de serviços é para assistências e são limitados a R$ 600 de uso.

Portanto, a Proteste diz que “se você utilizar os R$ 600 devido a problemas na sua residência, você não só vai ter uma mão de obra com eficiência para resolver o problema e arcar com os danos, como também vai ter uma economia de R$ 300”.

Assim sendo, ao usar os serviços que se somam a mais do que o valor pago no seguro de casa, o consumidor teria saído na vantagem e economizado dinheiro. O que para a empresa, quer dizer que o seguro saiu de graça.

Cuidados ao contratar o seguro

No entanto, após informar essa explicação, a Proteste lista alguns cuidados que é preciso ter para não cair em armadilhas e fazer, realmente, o seguro residencial valer a pena.

Por exemplo, é preciso saber qual é o limite máximo de uso dos serviços residenciais de assistência que podem ser usados. Além da cobertura exclusiva.

Outra coisa é ver quais os serviços que são oferecidos dentro dos planos contratados. E todas as informações devem estar bem claras no manual do seguro e na proposta assinada. Por fim, também é preciso analisar o custo da mão de obra em cada um dos serviços.

“A fórmula é simples: saiba quanto pagou no seguro e compare com o limite máximo de serviço assistencial que pode usar. Quanto maior o limite, melhor o custo-benefício se usar a assistência”.