Vale a pena o seguro residencial? Como encontrar preços mais baixos?

Com o objetivo de proteger o patrimônio do cliente, tanto a estrutura física quanto os bens que estão dentro (como televisão, computador, móveis, entre outros) foi criado o seguro residencial.

Porém, deve-se levar em conta que a seguradora fará a cobertura com base no que o cliente solicita. Sendo assim, é de suma importância calcular o valor da área construída do imóvel, assim como todos os bens que possui, para com base neste valor a seguradora fazer o cálculo da apólice.

Vale a pena o seguro residencial? Como encontrar preços mais baixos?

Os planos

O plano mais básico é aquele que fará a cobertura do imóvel em caso de incêndio, queda de raio ou explosões. Porém, é possível solicitar outras coberturas, que serão cobradas à parte, como danos elétricos, roubo, vendaval e a responsabilidade civil.

Esta última, de responsabilidade civil, nada mais é que o prejuízo gerado por situações que estão sob responsabilidade do contratado, como um animal de estimação fugir e machucar algum pessoa ou durante uma reforma, quando há danos na estrutura do imóvel vizinho. 

Se for do interesse do vizinho, ele ainda pode fazer o pedido de serviços de assistência 24 horas, que seriam os ofícios oferecidos por eletricista, chaveiro e encanador e algumas empresas oferecem esse serviço sem custo a mais.

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Preço mais baixos entre os seguros

Esta modalidade de seguro residencial é uma das mais baratas que existem no mercado, além disso, possui a melhor taxa de satisfação entre os consumidores.

De acordo com a pesquisa da associação de consumidores Proteste de 2018, os valores tentem a variar em mais de 80%, dependendo do que foi assegurado e qual a empresa contratada.

Ainda segundo a Proteste, que fez a avaliação de 288 contratos para casas e apartamentos, efetuados por 9 seguradoras distintas, concluiu como melhores avaliados os produtos das empresas Tokio Marine e Bradesco, para casas e da Sul América para apartamentos.

Os valores das apólices apontadas com melhores custo-benefício são aquelas que apontam uma variável em R$ 58 a R$ 32 reais anuais, isso levando em consideração a apartamentos. Já se o objetivo for resguardar uma casa, vai de R$ 86 a R$ 145, de acordo os preços estipulados em contrato.

Como é feito o cálculo

No caso do seguro veicular, por exemplo, o cálculo da sua cobertura é baseada no valor do carro, já o seguro residencial não.

Neste caso, o preço é determinado de acordo com o valor de reconstrução do imóvel, que o cliente da seguradora deve declarar, sendo assim, a cifra da cobertura é perto dos 0,4% da cotação total de reconstrução do local.

É de suma importância frisar que o valor de reconstrução é distinto daquele usado na avaliação do bem, que normalmente, tende a ser maior.

No caso da ocorrência de um sinistro, um profissional técnico da empresa seguradora fará a emissão de um laudo de reconhecimento do montante real da reconstrução da área.

Sendo assim, o segurado precisa informar esse valor, sem erros, para que essa situação não gere nenhuma dor de cabeça na hora que for receber a sua indenização.

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