Saiba quais são as 4 principais taxas dos Fundos Multimercados Macro

Um fundo multimercado macro pode ser uma boa ideia para quem quer sair da renda fixa e ganhar mais. Ao mesmo tempo, também é indicado para quem não quer arriscar tanto como acontece na bolsa de valores do Brasil, a B3. Ele fica no meio-termo.

No entanto, apesar de ser considerado mais rentável do que a renda fixa tradicional, os fundos costumam ter tarifas que são incidentes sobre os lucros. Dessa forma, quem não se atenta ao detalhe do custo e das taxas pode acabar sendo surpreendido com o rendimento final.

Saiba quais são as 4 principais taxas dos Fundos Multimercados Macro

A gente buscou as 4 cobranças que mais são comuns nesses fundos de investimentos. Continue lendo para conhecer todas. E fique mais atento da próxima vez que for contratar um fundo macro. As cobranças vale para bancos de investimentos ou corretoras de investimentos.

1 – Taxa de Administração

Uma das taxas mais conhecidas em qualquer um dos fundos de investimentos que existem no país é a de administração. Inclusive, ela precisa ser estudada porque podem corromper o seu lucro e a sua rentabilidade final.

No caso dos fundos multimercados aqui do país, o que se encontra são taxas que variam muito conforme o fundo. De modo geral, elas ficam entre 1% e 3% ao ano, sendo que 2% é mais comum, apesar de ser considerada alta demais.

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2 – Taxa de Performance

Outra taxa que é cobrada e faz muita diferença no fim das contas é a de performance. Se você não conhece ainda, saiba que ela é cobrada quando o desempenho do fundo fica acima do índice de referência, chamado de benchmark.

Aí, essa taxa vai para a equipe de gestão pelo resultado que conseguiu alcançar. O valor mais comum praticado no mercado é de 20%.

3 – Imposto de Renda

Outro cuidado que se deve ter é com o imposto de renda. Ele segue a tabela regressiva conforme o tempo de aplicação. Assim parte de 15% para quem aplica por mais de 720 dias. E o IR também é cobrado no último dia de maio e novembro, no que é chamado de come-cotas.

O come-cotas, para quem também não sabe disso, é um recolhimento que incide sobre cada fundo. E é de 20% para fundos de curto prazo e de 15% para fundos de longo prazo. Assim, a cada 6 meses existe a cobrança do come-cotas, que é sobre o rendimento do fundo.

4 – IOF

O IOF é o Imposto sobre Operações Financeiras e não é cobrado em todos os casos. A regra vale para quem deixar o dinheiro aplicado apenas por 30 dias ou menos. Nesse caso, a tabela é diária e parte de 96% para o primeiro dia de aplicação e 0% para o dia 30 após o início.

Agora, o que é importante considerar é que esses fundos, os multimercados, não tem liquidez fixa. E isso vai variar conforme o seu gestor e a estratégia tomada por ele. Para não ficar dúvidas, o indicado é você ler o prospecto do fundo antes de contratar. 

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